No estudo realizado sobre a unidade 22 da TP-6 verificou-se a importância do planejamento para a produção textual sobre qualquer gênero literário. É importante ressaltar que o planejamento e a escrita ocorrem concomitantemente, todavia o resultado desse processo deve passar por uma revisão para o burilamento do texto e até para torná-lo mais atraente e compreensivel para os futuros leitores. Ressalte-se ainda que a língua escrita é utilizada com algumas funções basicas: Expressiva - é utilizada para a expressão individual, centrada no eu como no caso de diários, cartas, bilhetes, depoimentos etc.; Apelativa - é centrada no leitor e tem por objetivo influenciar o comportamento de quem lê; Metalinguística - quando a linguagem se refere a si mesma, se constituindo objeto de descrição e explicação; Poética - ao enfocar no texto as suas possibilidades expressivas, o autor visa elaborar no leitor uma experiência estética; Referencial - utilizada para descrever, conceituar, informar.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Estudo do Texto
Na oficina realizada nesta data o formador Rubem ofereceu aos gestaleiros um texto para reflexão denominado "as vinte maneiras de ser mais criativo". O referido texto nos remete ao ambiente de sala de aula e nos induz a refletir sobre o nosso fazer pedagógico. Após a colocação da opinião de cada um dos participantes do encontro, o formador deu inicio ao trabalho da oficina propriamente dito com a leitura da crônica de Carlos Drumond de Andrade do livro Cadeira de Balanço (1996 p.143-146). Na analise efetuada foi possível verificar o uso da linguagem utilizada pelo autor, sua marca na colocação de determinados vocábulos, bem como a sua intencionalidade. Pode-se perceber uma crítica velada ao consumismo atrelado a determinadas datas (dia das mães), e um alerta aos artifícios utilizados pelos meios de comunicação (propaganda) para atrair os incautos. Nesse texto Drumond faz um apelo à sensibilidade quando ao final substitui todos os presentes por um "beijo bem beijado". Um outro aspecto a ser destacado no texto é que o escritor coloca-se no lugar de uma garotinha que ainda não domina todos os elementos da escrita.
Variantes Linguísticas: dialetos e registros
Na oficina realizada no dia 06/05/10 referente às unidades 01 e 02 da TP-01, discutiu-se as variantes linguísticas, buscando-se distinguir as normas e usos da língua bem como compreender como essas variantes se efetivam em nossa interação cotidiana. Nesse contexto, trabalhou-se de forma teatral o quadrinho de Mauricio de Souza "Chico Bento O Bom Portugues" em que a Professora não respeitando os conhecimentos prévios de Chico Bento nem a sua oralidade o induz a procurar um dicionário para encontrar o "bom portugues". A discussão gerada em torno da dramatização do quadrinho trouxe à baila a importância da compreensão mais ampla desses acontecimentos linguisticos ou seja a interação entre a oralidade e a escrita, o ensino da norma culta e o uso da linguagem coloquial. Para maior compreensão dos assuntos discutidos nessa oficina foram lidos dois textos "por que seus pais estão se divorciando" de Jonh Kalb e M. D. David Viscott do livro O que toda Criança precisa saber, e "Caso do Vestido" da Cronica Retrato de Velho de Carlos Drumond de Andrade. Da comparação entre ambos os textos pode-se depreender que aprender a norma culta é ter mais uma opção de uso da língua, importante em muitos momentos e ambientes. No entanto, não é melhor nem pior, mais bonita ou mais feia do que qualquer outra norma ou dialeto. Deve ser trabalhada na escola, como o dialeto que o aluno deve ir aos poucos dominando, por ser o mais adequado a certas situações de comunicação.
domingo, 29 de novembro de 2009
A TESE E SEUS ARGUMENTOS
Na oficina realizada nessa quinta - feira 26/11 dando continuidade aos estudos do Gestar 2 referente a unidade 21 constante da TP 6 foi estudado o conteúdo relativo a "Tese e seus argumentos". Nesse sentido o Formador do Gestar o Professor Rubem após as formalidades de praxe para a abertura dos estudos da noite, realizou uma dinâmica muito interessante. Posteriormente dividiu os presentes em dois grupos e propôs que cada grupo relatasse um caso em que houvesse constrangimento entre um professor e um aluno. Foram relatados dois casos hipotéticos e posteriormente por votação do grupo foi escolhido um deles que serviu de ponto de partida para o desenvolvimento do conteúdo. Por sorteio foram escolhidos os gestaleiros Telma e Absmael para defender a tese posta a partir de argumentos sólidos e irrefutáveis. A argumentação de ambos na defesa do professor e do aluno foi tão bem fundamentada que o grupo decidiu que não houve um vencedor. Esse estudo veio a comprovar a força da argumentação na defesa de determinado ponto-de-vista.
SIGNIFICADOS IMPLICITOS
Na oficina realizada no dia 12/11 foram trabalhadas as Relações lógicas no texto constante da TP 5 e referente a unidade 20. Inicialmente discutiu-se a "lógica do (no) texto" quando foram abordadas as relações lógicas de temporalidade e de identidade na construção de sentido do texto. Nesse sentido as relações lógicas de temporalidade tem a função de localizar os fatos ou eventos referidos pelo texto em "tempos" relacionados ao momento da interação. Na sequência trabalhou-se os efeitos de sentido decorrentes da negação. A importância da discussão relacionada a esse conteúdo é que a negação é uma relação lógica que representa a exclusão, a rejeição de uma informação ou da possibilidade de ocorrência de algum fato ou evento. Finalizando a tp 20 foram trabalhados os significados implícitos. Aprender a ler os sentidos implícitos de um texto é parte importante das habilidades de leitura que devemos ajudar os alunos a desenvolver para que se tornem bons leitores. Reconhecer a abrangência de sentidos de uma idéia é importante para atribuir significação ao texto. É importante, principalmente, para permitir a construção de continuidade de sentidos na interlocução.
MINHA EXPÊRIENCIA COMO EDUCADOR
Apesar de atuar a muitos anos como professor de Artes Marciais, minha experiência de sala de aula gira em torno de oito anos, primeiramente como professor da Disciplina Geografia e posteriormente com a Disciplina Biologia para o Ensino Médio e Ciências para o Ensino Fundamental. Confesso que sempre fui fascinado pelo estudo de Ciências e sempre me constitui como um dos melhores alunos da minha turma. ao ser convidado para assumir a cadeira do ensino de Biologia para alunos do Ensino Médio no Colégio Vera Cruz, no ano de 2002 fiquei tão empolgado que me mantenho em atividade até a presente data e estou concluindo a minha Licenciatura em Biologia, apesar de já ser graduado na área de Administração de Empresas e Pós-Graduado em Psicopedagogia Institucional. Procuro no exercício da minha profissão, como educador, adotar metodologias de ensino que favoreçam o processo ensino/aprendizagem e despertem o gosto dos alunos pelo estudo das Ciências.
RELATO DA MINHA EXPERIENCIA COMO LEITOR
Minha experiência como leitor vem desde os tempos da alfabetização. Lembro-me que meu pai semanalmente trazia os mais variados Gibis para que pudessemos aprimorar a leitura. Muito antes de ingressar na escola regular eu era obrigado a ficar sentado em um banquinho para aprender a cartilha. Toda essa preopucação com meu aprendizado me proporcionou adquirir o hábito de leitura o que mantenho até os dias atuais. Já fui possuidor de um acervo literário com um numero significativo de livros dos mais variados autores tanto nacionais como internacionais. Sou assinante de revistas e periódicos mensais e procuro ler pelo menos um livro por mês. Esse hábito leitor foi bastante significativo na minha graduação e posteriormente na minha pós-graduação. Na qualidade de professor procuro incutir nos meus alunos a necessidade do hábito de ler, não por obrigação, mas como uma atividade prazerosa, gratificante e enriquecedora. Ao ler um livro voce penetra num universo mágico que lhe leva a conhecer lugares onde voce nunca imaginou ir.
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